Lips of an Angel


Versão acústica da música Lips of an angel da banda Hinder...

 

Até mais...

 

 

Postado por Dannielly Sousa às 11:00

quinta 24 abril 2008 06:00


Sumido eu?

Olá visitantes deste blog...   Eu (Tiago Ribeiro) e minha nobre colaboradora (Danielly Sousa) estávamos "meio sumidos" estes tempos.

Acontece que estou atolado em meio a cursos e concursos e ainda tenho que conciliar isso com o trabalho...resultado: não sobra tempo.

Danielly também tem trabalhado muito ultimamente mas já me avisou que continuará a postar neste blog sempre que puder.

Peço desculpas pela ausência sem aviso prévio e agradeço pelas visitas diárias!!!

 

Tiago Ribeiro.

quinta 03 abril 2008 09:21


CPM 22 deixa o romantismo de lado e assume o peso em ‘Cidade cinza’

Blog de tiago-ribeiro :Tiago Music Blog, CPM 22 deixa o romantismo de lado e assume o peso em ‘Cidade cinza’

Quinteto lança sexto álbum de composições inéditas.
Sonoridade aponta para bandas como NOFX e Bad Religion. 

 

 Em seu sexto álbum de inéditas, “Cidade cinza”, a banda paulista CPM 22 deixa o romantismo de lado – mas nem tanto. No novo trabalho, a metrópole vira cenário para os relacionamentos sempre presentes nas letras do grupo, mas ao mesmo tempo revela a faceta inspirada no hardcore sem frescuras. A sonoridade, por sua vez, ganhou o peso e a rapidez de bandas da seara de NOFX, Rancid, Bad Religion.

São doze músicas em pouco mais de 30 minutos. A parte instrumental foi toda gravada ao vivo, o que transmite ainda mais a sensação de urgência da cidade grande – tema presente não apenas no nome do álbum, mas também na última faixa do disco. Essa foi a primeira a ficar pronta e que acabou norteando as composições seguintes.

  “Maldita herança”, a faixa mais nervosa do disco, não lembra em nada o CPM 22 de alguns anos atrás. Ao contrário: remete aos primórdios da banda, quando o grupo ainda era independente. “Quem são os ratos que estão ditando a ordem em terra de ninguém?”, pergunta um irado vocalista Badauí.

  Na mesma toada vem “1000 motivos”, outro bom momento do álbum, composta por Badauí em parceria com Rodrigo Koala, do Hateen. “Depois de horas”, de Luciano e Badauí, fala de “lugares cheios e pensamentos vazios”.

  Atento aos fãs que se apegam ao lado melódico, porém, o grupo mantém a veia romântica em canções mais pop, caso de “Nossa música” e “Ano que vem talvez” – essa última escrita em parceria com Carlos Dias, conhecido no cenário alternativo como integrante das bandas Againe e Polara, que também assina “Tempo” e “Reais amigos”.

Fonte: G1

Postado Por Tiago Ribeiro às 08:55

segunda 17 dezembro 2007 08:55 , em Notícias


De Fortaleza para todo o Brasil..."Enverso"!!!


Enverso

ESTILO: Rock´N´Roll
REGIÃO: Fortaleza - CE
ANO: 2003
ATUALMENTE: em estúdio
RANKING: 19º posição (2006)

  A Banda ENVERSO traduz, em seu nome, o caráter poético presente em suas composições e em sua seleção musical.
Formada em agosto de 2003, é composta por seis integrantes:

Bruno “Woody” - Voz
Lucas Espínola - Violão 12 cordas, Gaita e Voz
Gabriel Duarte - Guitarra
Tomaz Duarte - Violão, Guitarra e Back Vocal
Tiago “Gnomo” - Contra-baixo
Daniel Medeiros - Bateria

  Seu estilo, que mescla melodias suaves e versos trabalhados com o rock em seu formato contemporâneo, encontrou nessa formação as melhores ferramentas para a disseminação de suas criações e de interpretações diversas.

  A ENVERSO vem ocupando um lugar de destaque no cenário cearense, tendo se apresentado nos mais importantes lugares e eventos da cidade, tais como: ÓRBITA, Feira Future, Feira da Música, Festival Vida & Arte, Mucuripe Club, Mr. Charada, Mavik’s, Aloha Loca, Beach Park, Hey Ho Rock Bar, além de outras participações em eventos sociais, artísticos e culturais e em programas de rádio e televisão a níveis locais e nacionais.

  Selecionada para a edição 2004 do maior festival de Rock do Norte-Nordeste:
CEARÁ MUSIC, apresentou-se na quinta-feira (1º dia), sendo uma das atrações do Palco Nativo. No ano seguinte, foi convidada pela equipe da MULTISHOW para fazer uma matéria junto às principais bandas do Brasil acerca do mesmo evento, apresentando-se na sexta-feira.

  Em 2006, com a veiculação de sua canção “meu lugar” nas rádios e a conseqüente receptividade do público, a banda ENVERSO foi selecionada para participar novamente do CEARÁ MUSIC, apresentando-se desta vez no palco principal DOUBLE BRASILIS, juntamente com grandes nomes do rock nacional, tais como Titãs, Charlie Brown Jr. e Biquíni Cavadão, entre outros.

  No mesmo ano, o clipe da música meu lugar foi um dos mais pedidos na TV UNIÃO ( www.redeuniao.com.br ) nos últimos meses, alcançando varias vezes o primeiro lugar no TOP+.
  Este ano a banda foi uma das principais atrações do Ceará music 2007.

  Logo acima, vocês podem conferir a música "Meu Lugar", um dos principais sucessos da banda!!!

Postado por Dannielly Souza às 08:25

terça 13 novembro 2007 08:25 , em Bandas


Hip-hop não torna adolescentes promíscuos, diz estudo

Blog de tiago-ribeiro :Tiago Music Blog, Hip-hop não torna adolescentes promíscuos, diz estudo

Comportamento de risco é mais influenciado por álcool, drogas e pressão dos colegas. Reclamações de pais e médicos teriam mais a ver com o choque de gerações.

O hip-hop, com suas letras, vídeos e passos de dança insinuantes, há muito tempo é criticado por pais e especialistas em saúde pública, que temem que o estilo musical contribua para o comportamento sexual de risco entre adolescentes. 

No entanto, nunca ficou claro se existe algo de realmente furtivo exclusivo do hip-hop, ou se o problema está apenas no fato de a maioria das pessoas com mais de 40 anos simplesmente não o compreender. Afinal de contas, quase toda geração parece ficar incomodada com as preferências musicais da geração seguinte. Quem não se lembra quando os movimentos pélvicos de Elvis chegaram a ser considerados como uma influência nociva e maliciosa à juventude do país? Para solucionar esse mistério, pesquisadores de saúde pública estão desconstruindo a cultura do hip-hop, aventurando-se pelas pistas de dança das boates e dissecando as letras dos raps. A idéia é que, compreendendo o hip-hop, os especialistas poderão produzir mensagens mais eficazes sobre saúde, e talvez até oferecer aos pais uma clareza maior sobre a tão enigmática música escolhida pelos filhos.

"Sem dúvida existe um consenso popular de que o hip-hop é uma música danosa e que induz as pessoas a cometerem maluquices", disse Miguel A. Munoz-Laboy, professor assistente do departamento de ciências sócio-médicas da Universidade Columbia, nos Estados Unidos. "Precisamos tentar entender como a juventude compreende a sua própria cultura sem impormos nossos julgamentos de adultos."

Munoz-Laboy passou três anos estudando o cenário das boates de hip-hop, conversando com os adolescentes e observando o modo como eles dançavam. Embora a música hip-hop tenha sido bastante acusada de misoginia, os pesquisadores descobriram que são as garotas que determinam os limites na pista de dança, segundo uma pesquisa publicada neste mês no periódico "Culture, Health and Sexuality".

Até mesmo durante uma dança cujo estilo possui apelo altamente sexual, conhecido como "grinding", no qual uma pessoa basicamente esfrega o corpo na outra, as meninas citadas pelo estudo "estavam conscientemente atentas a manter o controle do corpo e do espaço a sua volta", ressaltou o estudo.

A maioria dos adolescentes analisados no estudo já tinha experiência sexual. Mas os pesquisadores descobriram que a sexualidade manifesta na música e na dança não é a principal influência sobre o comportamento sexual. Na verdade, é o velho tripé álcool, drogas e pressão dos colegas que, em geral, conduz o jovem à experiência sexual.

A lição que fica para o pessoal de saúde pública é que o hip-hop não é apenas uma música, mas sim um sistema de apoio e uma estrutura social que domina a cultura jovem, declarou Munoz-Laboy. A linguagem do hip-hop pode também, na realidade, ser uma maneira mais eficaz de se comunicar com os adolescentes. Uma campanha de prevenção contra o HIV de sensibilização entre as mulheres, por exemplo, seguiu o exemplo das letras sexualizadas do hip-hop.

Ainda persistem dúvidas sobre se as letras explícitas do hip-hop incentivam ou não o sexo precoce. No ano passado, o periódico Pediatrics publicou uma pesquisa da RAND Corp. que concluiu que o problema são as letras depreciativas, e não as de cunho sexual.

Os pesquisadores entrevistaram mais de 1.400 adolescentes durantes dois anos, perguntando a eles sobre a música que escutavam, associando esse dado a fatores como pressão dos colegas e supervisão dos pais. Eles descobriram que os adolescentes que estavam expostos a letras com conteúdo altamente depreciativo em termos sexuais tinham duas vezes mais propensão de ter praticado sexo.

Os pesquisadores definiram o termo "letras depreciativas" como as que retratam as mulheres como objetos sexuais, os homens como insaciáveis e o sexo como algo inconseqüente. Um dos exemplos citados por eles é do rapper Ja Rule, cuja música "Livin' It Up" inclui a letra "Half the ho's hate me, half them love me" ("metade das vadias me odeia, metade me ama"). Ficou claro que as letras que mencionavam sexo, como as interpretadas pela banda 98 Degrees, "I'm dreamin' day and night of making love" ("sonho dia e noite em fazer amor"), não exercem nenhum efeito no comportamento sexual, como revela o estudo.

É possível que os adolescentes mais interessados em iniciar a atividade sexual simplesmente tenham mais inclinação a escutar músicas com letras mais picantes. No entanto, a pesquisa sugere que os pais se preocupem menos com o fato de os filhos estarem ou não escutando hip-hop, e fiquem mais atentos ao conteúdo. "Precisamos ensinar a molecada que o retrato que se faz das mulheres e do sexo não representa a realidade", declarou Steven C. Martino, cientista comportamental da RAND.

Neste ano, outro artigo do "Culture, Health and Sexuality" intitulado "Representando no Ciberespaço" analisou o modo como as meninas negras americanas usam termos comuns no hip-hop como "freaks"1 e "pimpettes"2 para se referirem a si mesmas em seus sites pessoais. A pesquisa incentivou a autora, Carla E. Stokes, a formar o HotGirls (sigla que em inglês significa Ajudando Nossas Adolescentes em Situações da Vida Real), um grupo sem fins lucrativos sediado em Atlanta que promove workshops em que as meninas conversam sobre música, reescrevem letras que consideram de mau gosto e até gravam discos com músicas de autoria própria. "Estamos tentando criar algo construtivo a partir dos aspectos emancipadores da cultura hip-hop", explicou Stokes.

De fato, muitos especialistas acreditam que a chave para a comunicação com toda uma geração de jovens pode ser encontrada no hip-hop. "Isso é muito mais poderoso do que qualquer influência negativa que a música possa estar causando", disse Bakari Kitwana, um artista, de passagem pela Universidade de Chicago, cujo livro "The Hip-Hop Generation" ("A geração hip-hop") é considerado como a principal obra acadêmica sobre o tema.

"O hip-hop é um fenômeno de uma geração que conseguiu unir os jovens", acrescentou Kitwana. "Se isso não for compreendido, muita coisa será perdida."

 

1- Na gíria, garotas que praticam muito sexo e que, apesar de transparecerem ingenuidade, topam qualquer tipo de prática sexual.
2- Na gíria, garotas com boa aparência que usam os meninos para conseguir o querem e saem com vários parceiros sem se comprometer afetivamente com nenhum.

 

Fonte: G1 

 

Postado por Tiago Ribeiro às 10:30

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segunda 12 novembro 2007 10:30 , em Notícias


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