Home Data de criação : 07/05/12 Última atualização : 08/04/24 11:00 / 55 Artigos publicados
 

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CPM 22 deixa o romantismo de lado e assume o peso em ‘Cidade cinza’  (Notícias) escrito em segunda 17 dezembro 2007 11:55

Quinteto lança sexto álbum de composições inéditas.
Sonoridade aponta para bandas como NOFX e Bad Religion. 

 

 Em seu sexto álbum de inéditas, “Cidade cinza”, a banda paulista CPM 22 deixa o romantismo de lado – mas nem tanto. No novo trabalho, a metrópole vira cenário para os relacionamentos sempre presentes nas letras do grupo, mas ao mesmo tempo revela a faceta inspirada no hardcore sem frescuras. A sonoridade, por sua vez, ganhou o peso e a rapidez de bandas da seara de NOFX, Rancid, Bad Religion.

São doze músicas em pouco mais de 30 minutos. A parte instrumental foi toda gravada ao vivo, o que transmite ainda mais a sensação de urgência da cidade grande – tema presente não apenas no nome do álbum, mas também na última faixa do disco. Essa foi a primeira a ficar pronta e que acabou norteando as composições seguintes.

  “Maldita herança”, a faixa mais nervosa do disco, não lembra em nada o CPM 22 de alguns anos atrás. Ao contrário: remete aos primórdios da banda, quando o grupo ainda era independente. “Quem são os ratos que estão ditando a ordem em terra de ninguém?”, pergunta um irado vocalista Badauí.

  Na mesma toada vem “1000 motivos”, outro bom momento do álbum, composta por Badauí em parceria com Rodrigo Koala, do Hateen. “Depois de horas”, de Luciano e Badauí, fala de “lugares cheios e pensamentos vazios”.

  Atento aos fãs que se apegam ao lado melódico, porém, o grupo mantém a veia romântica em canções mais pop, caso de “Nossa música” e “Ano que vem talvez” – essa última escrita em parceria com Carlos Dias, conhecido no cenário alternativo como integrante das bandas Againe e Polara, que também assina “Tempo” e “Reais amigos”.

Fonte: G1

Postado Por Tiago Ribeiro às 08:55

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Hip-hop não torna adolescentes promíscuos, diz estudo  (Notícias) escrito em segunda 12 novembro 2007 13:30

Comportamento de risco é mais influenciado por álcool, drogas e pressão dos colegas. Reclamações de pais e médicos teriam mais a ver com o choque de gerações.

O hip-hop, com suas letras, vídeos e passos de dança insinuantes, há muito tempo é criticado por pais e especialistas em saúde pública, que temem que o estilo musical contribua para o comportamento sexual de risco entre adolescentes. 

No entanto, nunca ficou claro se existe algo de realmente furtivo exclusivo do hip-hop, ou se o problema está apenas no fato de a maioria das pessoas com mais de 40 anos simplesmente não o compreender. Afinal de contas, quase toda geração parece ficar incomodada com as preferências musicais da geração seguinte. Quem não se lembra quando os movimentos pélvicos de Elvis chegaram a ser considerados como uma influência nociva e maliciosa à juventude do país? Para solucionar esse mistério, pesquisadores de saúde pública estão desconstruindo a cultura do hip-hop, aventurando-se pelas pistas de dança das boates e dissecando as letras dos raps. A idéia é que, compreendendo o hip-hop, os especialistas poderão produzir mensagens mais eficazes sobre saúde, e talvez até oferecer aos pais uma clareza maior sobre a tão enigmática música escolhida pelos filhos.

"Sem dúvida existe um consenso popular de que o hip-hop é uma música danosa e que induz as pessoas a cometerem maluquices", disse Miguel A. Munoz-Laboy, professor assistente do departamento de ciências sócio-médicas da Universidade Columbia, nos Estados Unidos. "Precisamos tentar entender como a juventude compreende a sua própria cultura sem impormos nossos julgamentos de adultos."

Munoz-Laboy passou três anos estudando o cenário das boates de hip-hop, conversando com os adolescentes e observando o modo como eles dançavam. Embora a música hip-hop tenha sido bastante acusada de misoginia, os pesquisadores descobriram que são as garotas que determinam os limites na pista de dança, segundo uma pesquisa publicada neste mês no periódico "Culture, Health and Sexuality".

Até mesmo durante uma dança cujo estilo possui apelo altamente sexual, conhecido como "grinding", no qual uma pessoa basicamente esfrega o corpo na outra, as meninas citadas pelo estudo "estavam conscientemente atentas a manter o controle do corpo e do espaço a sua volta", ressaltou o estudo.

A maioria dos adolescentes analisados no estudo já tinha experiência sexual. Mas os pesquisadores descobriram que a sexualidade manifesta na música e na dança não é a principal influência sobre o comportamento sexual. Na verdade, é o velho tripé álcool, drogas e pressão dos colegas que, em geral, conduz o jovem à experiência sexual.

A lição que fica para o pessoal de saúde pública é que o hip-hop não é apenas uma música, mas sim um sistema de apoio e uma estrutura social que domina a cultura jovem, declarou Munoz-Laboy. A linguagem do hip-hop pode também, na realidade, ser uma maneira mais eficaz de se comunicar com os adolescentes. Uma campanha de prevenção contra o HIV de sensibilização entre as mulheres, por exemplo, seguiu o exemplo das letras sexualizadas do hip-hop.

Ainda persistem dúvidas sobre se as letras explícitas do hip-hop incentivam ou não o sexo precoce. No ano passado, o periódico Pediatrics publicou uma pesquisa da RAND Corp. que concluiu que o problema são as letras depreciativas, e não as de cunho sexual.

Os pesquisadores entrevistaram mais de 1.400 adolescentes durantes dois anos, perguntando a eles sobre a música que escutavam, associando esse dado a fatores como pressão dos colegas e supervisão dos pais. Eles descobriram que os adolescentes que estavam expostos a letras com conteúdo altamente depreciativo em termos sexuais tinham duas vezes mais propensão de ter praticado sexo.

Os pesquisadores definiram o termo "letras depreciativas" como as que retratam as mulheres como objetos sexuais, os homens como insaciáveis e o sexo como algo inconseqüente. Um dos exemplos citados por eles é do rapper Ja Rule, cuja música "Livin' It Up" inclui a letra "Half the ho's hate me, half them love me" ("metade das vadias me odeia, metade me ama"). Ficou claro que as letras que mencionavam sexo, como as interpretadas pela banda 98 Degrees, "I'm dreamin' day and night of making love" ("sonho dia e noite em fazer amor"), não exercem nenhum efeito no comportamento sexual, como revela o estudo.

É possível que os adolescentes mais interessados em iniciar a atividade sexual simplesmente tenham mais inclinação a escutar músicas com letras mais picantes. No entanto, a pesquisa sugere que os pais se preocupem menos com o fato de os filhos estarem ou não escutando hip-hop, e fiquem mais atentos ao conteúdo. "Precisamos ensinar a molecada que o retrato que se faz das mulheres e do sexo não representa a realidade", declarou Steven C. Martino, cientista comportamental da RAND.

Neste ano, outro artigo do "Culture, Health and Sexuality" intitulado "Representando no Ciberespaço" analisou o modo como as meninas negras americanas usam termos comuns no hip-hop como "freaks"1 e "pimpettes"2 para se referirem a si mesmas em seus sites pessoais. A pesquisa incentivou a autora, Carla E. Stokes, a formar o HotGirls (sigla que em inglês significa Ajudando Nossas Adolescentes em Situações da Vida Real), um grupo sem fins lucrativos sediado em Atlanta que promove workshops em que as meninas conversam sobre música, reescrevem letras que consideram de mau gosto e até gravam discos com músicas de autoria própria. "Estamos tentando criar algo construtivo a partir dos aspectos emancipadores da cultura hip-hop", explicou Stokes.

De fato, muitos especialistas acreditam que a chave para a comunicação com toda uma geração de jovens pode ser encontrada no hip-hop. "Isso é muito mais poderoso do que qualquer influência negativa que a música possa estar causando", disse Bakari Kitwana, um artista, de passagem pela Universidade de Chicago, cujo livro "The Hip-Hop Generation" ("A geração hip-hop") é considerado como a principal obra acadêmica sobre o tema.

"O hip-hop é um fenômeno de uma geração que conseguiu unir os jovens", acrescentou Kitwana. "Se isso não for compreendido, muita coisa será perdida."

 

1- Na gíria, garotas que praticam muito sexo e que, apesar de transparecerem ingenuidade, topam qualquer tipo de prática sexual.
2- Na gíria, garotas com boa aparência que usam os meninos para conseguir o querem e saem com vários parceiros sem se comprometer afetivamente com nenhum.

 

Fonte: G1 

 

Postado por Tiago Ribeiro às 10:30

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Simply Red chegará ao fim em 2009  (Notícias) escrito em sexta 26 outubro 2007 12:40

Anúncio foi feito pelo líder da banda, Mick Hucknall.
Cantor pretende investir em carreira solo.

 Após 25 anos juntos, o grupo de pop britânico Simply Red, liderado por Mick Hucknall, se separará em 2009, confirmou o vocalista nesta quinta-feira (25).


Hucknall, de 47 anos, anunciou que o recém-lançado "Stay", o 12º trabalho da banda, será o último disco gravado em estúdio. O grupo se desintegrará dentro de dois anos, quando terminará sua próxima turnê.


"De certo modo decidi que 25 anos são suficientes", declarou Hucknall em entrevista à rádio britânica "Gold".


O músico explicou que quer se concentrar mais em sua carreira solo e que acaba de concluir seu próprio álbum: um tributo ao músico de blues e R&B Bobby Bland.


"Gostei de fazer, tanto que às vezes sinto que chegou a hora de pôr ponto final à história do Simply Red", disse Hucknall, que assegurou que pretende "inventar" uma nova forma de fazer música, influenciada pelo R&B dos anos 1960.


Segundo o músico, esse projeto solo é um "grande desafio" que não pode fazer sob o nome da banda.


Uma das músicas do último álbum do Simply Red, "The World and You Tonight", lançado há apenas um mês como single, será o último do grupo.


Ao longo da carreira, que começou em 1984, a banda lançou sucessos como "Stars", "Something Got Me Started" e "It's Only Love", vendendo mais de 50 milhões de cópias. O nome Simply Red sempre foi associado a uma marca para as composições de Mick Hucknall.

Postado Por Dannielly Souza (nova Colaboradora do blog)

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Olá, para todos os leitores deste blog...Eu sou Dannielly Souza e vou estar toda Semana contribuindo para o blog do Tiago com artigos sobre música!

Espero que vcs gostem....e deixem seus comentários é claro!!! Bjão a todos!

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Novo disco de Pitty é a cara da década perdida do rock brasileiro  (Notícias) escrito em quinta 11 outubro 2007 12:35

 "{Des}concerto" é registro ao vivo da roqueira.
Álbum reúne canções dos dois primeiros trabalhos da cantora.

 

 NX Zero, CPM22, Hateen, Detonautas e O Rappa. Visitar lojas virtuais de música e passear pela seção de rock nacional pode ser uma das ações mais deprimentes dos últimos anos. O estilo parece hibernar após o experimentalismo dos anos 70, o BRock com suas batidas eletrônicas e canções ingênuas, mas divertidas, na década de 80, e a renovação com crescimento dos anos 90.


 Com um trabalho simples e honesto, Pitty é a cara, e provavelmente o que há de melhor, no rock brasileiro produzido no século XXI, a década perdida do estilo no país. Em seu terceiro álbum, "{Des}concerto", gravado ao vivo, ela revisita sua "longa carreira" de dois álbuns de estúdio, um total de 24 canções com riffs de guitarra bem pensados e letras brincam de fazer contradição, sem grandes poesias. No cenário sem alternativas, o grupo não faz tão feio quanto o restante da sua geração.

 O novo álbum traz 17 músicas bem ensaiadas, tocadas de forma correta, numa gravação fiel, limpa. Tudo é acompanhado pelo público de São Paulo, onde o show foi realizado, em julho deste ano, com gritinhos apaixonados e palmas. Não há novidades, ou mudanças radicais, mas apresenta bem o show a quem só conhece as gravações de estúdio.

 Tal qual o título do seu trabalho mais conhecido, Pitty é anacrônica, não parece se encaixar bem nesta época em que rock substituiu o pagode e o axé como principal estilo musical do "mainstream". Com um trabalho honesto, em busca de um rock real, seco, ela parece perdida ao tentar se adaptar a shows da época em que as "mãozinhas para cima" substituíram as rodas de pogo, aquela desordem que enlouquecia os roqueiros e matava as mães de preocupação. O problema é que ela tenta.

 Tivesse aparecido dez anos antes, junto com Raimundos, Planet Hemp, Chico Science e Nação Zumbi, Pitty e sua banda poderiam ter uma visibilidade menor, ganhar menos prêmios da mídia, ter menos fãs apaixonados, mas estariam "em casa" junto a nomes de fato bons, marcados no cenário da música nacional. Seu disco ao vivo talvez fosse mais sujo, gravado sem tanto esmero e ensaio, mas seria mais verdadeiro, menos parecido com o da sua conterrânea Ivete Sangalo.

 A própria Pitty muitas vezes parece desconfortável com a idolatria. Seu discurso entre canções do novo álbum soa ensaiado, forçado. Ela realmente deve acreditar no que diz, mas parece não acreditar no que vive. Quando a vi pela primeira vez, no Abril Pro Rock de 2003, ela era desconhecida, tocava no palco pequeno, um show corrido, de meia hora, mas no qual ela parecia mais confortável, vinda do circuito alternativo. Pitty acreditava naquilo.

 Em seu blog no site oficial da banda, a cantora diz que o show da gravação de "{Des}concerto" foi de catarse. Infelizmente a catarse do rock nacional só parece mais distante.

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Cantor de um sucesso só, James Blunt busca carreira sólida  (Notícias) escrito em terça 25 setembro 2007 12:50

Músico acaba de lançar nos EUA seu segundo álbum, 'All the lost souls'. Seu disco de estréia vendeu até agora 2,6 milhões de cópias nos EUA.

 Foto: AP

Muitos compositores fariam qualquer coisa para passar pelo apuro em que James Blunt se encontra: famoso por uma música - e somente uma. O sucesso, "You're beautiful" é uma balada singela e ingênua sobre o encontro furtivo com uma ex-namorada no metrô. Os críticos torceram o nariz, mas a canção ficou em primeiro lugar nas paradas, e ajudou o álbum inaugural de Blunt, "Back to Bedlam", a vender 11 milhões de cópias no mundo inteiro.

Em um misto, no ano passado, entre música de casamento, trilha sonora para a televisão e música de fundo tocada em supermercados, "You're beautiful" foi mais do que popular. Foi onipresente.

Esse tipo de sucesso pode ser a desgraça para um novo artista. Até mesmo Blunt, que acaba de lançar nos EUA o seu segundo álbum, "All the lost souls", e cujas apresentações no Highline Ballroom, em Chelsea, nessa semana tiveram lotação esgotada, duvida que consiga repetir o feito.

"Vendi um número absurdo de cópias do primeiro álbum", disse ele recentemente em um restaurante transado que serve bife com fritas, onde todos os olhares femininos pareciam se dirigir a ele enquanto entrava no local. "É impossível colocar o segundo disco para competir com aquele número. É simplesmente impossível".  

 Ressaca

O cenário resulta em um dilema para a gravadora de Blunt em seu período de ressaca pós "You're beautiful": é melhor ir devagar e com calma para formar Blunt como um artista de carreira ou apostar todas as fichas em outro sucesso avassalador?

Aquele primeiro sucesso estrondoso foi obtido com relativa facilidade. "Back to Bedlam", lançado em 2004 na Grã-Bretanha, país natal de Blunt, e nos Estados Unidos no ano seguinte, tem traços de Coldplay em seus grandes e inflados refrãos e vocais enérgicos em falsete.

Além disso, Blunt tinha a seu favor um visual bonito e atraente, incrementado pela barba por fazer, e um passado intrigante. Ex-oficial do exército britânico em Kosovo, que também foi um dos guardas pessoais da rainha Elizabeth, foi convidado pela produtora e compositora Linda Perry (que trabalhou com Christina Aguilera e Pink) para ser o primeiro artista de sua gravadora, a Custard.

Na Grã-Bretanha, houve dois singles antes de "You're Beautiful". Mas a Atlantic Records, responsável pela distribuição de Blunt nos EUA em parceria com a Custard, lançou a música primeiro. Embora a canção inicialmente não tenha ganhado destaque nas paradas, uma onda de licenciamentos comerciais fez com que sua presença na televisão fosse inevitável. Até hoje, o álbum vendeu 2,6 milhões de cópias nos Estados Unidos.

Na análise de Perry, aquele licenciamento desenfreado saiu pela culatra: "You're Beautiful" passou a ser odiada e amada na mesma proporção. A reação negativa foi pesada. Blunt não saía mais das páginas dos tablóides – sua tendência a ser fotografado ao lado de jovens mulheres em trajes diminutos não ajudou – e ele foi cruelmente ridicularizado pela imprensa especializada em música - o disco de Blunt foi eleito o pior do ano pela revista britânica de música "NME".

Blunt assume uma postura tranqüila na reação ao tratamento que recebeu da imprensa, mas não esconde a sua reputação de playboy. Vale mencionar que ele mora na ilha espanhola de Ibiza, famosa por boates gigantes e badaladas.

 'Linha pop'

Se "All the lost souls" pode nos antecipar alguma coisa, a ridicularização praticamente não atingiu o músico. O álbum quase não foge da fórmula que fez de "Back to Bedlam" um enorme sucesso de vendas: guitarras e piano suaves, vocais sussurrantes, carga melodramática e um leve toque de morbidez.

Blunt não se coloca acima da idéia de apostar em grandes sucessos. Uma das novas músicas de mais peso, "Carry you home", foi composta com Max Martin, produtor e compositor sueco da linha pop, responsável por sucessos lançados por Backstreet Boys, Britney Spears e Kelly Clarkson.

Segundo Cohen, para evitar pirataria, ele não enviou as músicas de "All the Lost Souls" para licenciamento antes do lançamento do álbum. Mas agora que o disco está disponível, a saturação pode começar.

"Vamos licenciar esses discos em filmes, na TV e em comerciais", disse ele. "Pode acreditar em mim quando digo que você vai escutar esses discos".

Fonte: G1

Postado Por Tiago Ribeiro às 08:50

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